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Recém publicada (05/04), a lista de bilionários da Revista Forbes conta com a presença de dois brasileiros. São eles, Pedro Franceschi, 26 anos e Henrique Dubugras, 25 anos. Os dois são cofundadores da startup norte-americana Brex. De fato, desde janeiro, os rapazes fazem parte do seleto grupo de pessoas com menos de 30 anos que possuem um patrimônio acima de US$ 1 bilhão (R$ 4,6 bilhões). Neste sentido alcançaram a quinta posição entre os mais ricos abaixo de 30 anos. Finalmente ocupam a posição 1929 entre os mais ricos do mundo.

No início de 2022, a Brex foi avaliada em US$12,3 bilhões (R$56,7 bilhões). De acordo com o ranking da Forbes, o patrimônio de cada um deles é de US$ 1,5 bilhão (R$6,9 bilhões). Ademais, os brasileiros tem 14% das ações da empresa cada um, o que os torna acionistas majoritários.

Como os brasileiros foram parar na Forbes

A Brex é uma fintech que foi fundada pela dupla brasileira em 2017 e tem sede em São Francisco. Seu trabalho é oferecer cartões de crédito e soluções de gestão de caixa para que as empresas possam controlar melhor a entrada e saída de dinheiro. Sua receita vem principalmente das taxas de intercâmbio que os comerciantes pagam quando os funcionários passam os cartões da empresa.

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O diferencial está na agilidade do atendimento. Desta maneira, a fintech disponibiliza o cartão digital em cinco minutos depois do cadastro e a versão física em cinco dias. Além disso, diferente dos bancos tradicionais, a Brex não pede garantias – bens e renda – para dar os cartões corporativos aos empreendedores. Para este propósito são avaliados os riscos pelos padrões de gastos da startup, pelo histórico dos investidores e pelo fluxo de caixa.

Dois anos depois de fundarem a startup, os rapazes foram destaques da lista 30 under 30 de finanças da Forbes norte-americana. Naquela ocasião, a empresa alcançou o status de unicórnio ao levantar US$ 213 milhões e ser avaliada em US$ 1,1 bilhão. Por fim, o objetivo para este ano é aumentar em 50% o número de funcionários e manter o dinheiro em segurança no caso de haver retração de mercado.