Renata Capucci Parkinson
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Em entrevista ao jornalista do jornal “O Globo”, Eduardo F. Filho, a jornalista Renata Capucci (49) revelou o diagnóstico de Parkinson. Durante a entrevista ela confessa que faz algum tempo que queria tornar público seu diagnóstico: “Já fazia um tempo que eu vinha gestando a ideia de ‘sair do armário’ do Parkinson. Queria abrir esse segredo, porque é muito ruim viver assim. É uma vida dupla”, disse Renata.

Além disso, a jornalista contou que custou a compreender que não deveria ter vergonha da doença: “Eu simplesmente soube que aquela era a hora de falar que fui diagnosticada com Parkinson há quatro anos. Eu mais vomitei aquelas informações do que falei. Mas foi ótimo. Me senti aliviada. Sou muito chorona, meio manteiga derretida, me emocionei, essa sou eu.

Renata disse que em 2018, um dia o braço dela se levantou sozinho e ficou rígido. Então, ela foi a uma emergência neurológica e teve o diagnóstico. Todavia, antes disso ela já havia tido outros sintomas como o enrijecimento dos dedos dos pés. Por isso tentou alguns tratamentos como fisioterapia e osteopatia.

Naquele dia, em 2018, ao saber do que realmente se tratava, Renata disse que o mundo caiu em sua cabeça: “Ali o mundo caiu na minha cabeça.

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(…) Foi muito difícil receber esse diagnóstico. Demorei para absorver o que aquilo significava. Chorava muito no começo, fiquei extremamente abalada”.

O apoio que Renata Capucci recebeu

Renata também contou que teve muito apoio nesse processo. Além da família, toda a equipe da TV Globo arecebeu com acolhimento: “Nunca ninguém passou a mão na minha cabeça por eu ter essa doença ou falou para eu não fazer algo difícil por ter Parkinson. Sou portadora de doença crônica e não tenho o menor motivo para ter vergonha de ser quem eu sou, pelo contrário, tenho muito orgulho da minha trajetória e de como conduzi a minha carreira.”

Por outro lado, a história de Renata também fez com que muitas pessoas buscassem mais informações a respeito dessa enfermidade. “No que eu puder fazer para ajudar a desmistificar, a tirar o estigma dessa doença que não é o fim da linha, eu vou fazer”, declarou a jornalista.

Por fim, Renata disse também que tem uma “urgência de vida”, pois não dá para saber como as coisas acontecerão: “Não estou aqui para ficar olhando para trás e reclamar. Já fiz isso, já chorei o suficiente. Agora só quero ser feliz”, disse ela.